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Salvador, Bahia, Brazil
Professora de química que gosta de utilizar as Tecnologias de Informação e Comincação como ferramenta pedagógica.
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domingo, 1 de abril de 2012

Uma homenagem ao cientista Fritz Müller


Em homenagem aos 190 anos do nascimento do naturalista alemão Fritz Müller, o Instituto Martius-Staden publicou online um e-book bilíngue do catálogo da exposição itinerante “Fritz Müller: o príncipe dos observadores”. O livro digital gratuito traz informações sobre o biólogo contemporâneo de Charles Darwin que se naturalizou brasileiro em 1856 – vivendo em terras catarinenses até a sua morte, em 1897.
Müller se dedicou ao estudo da zoologia e da botânica, tendo publicado um dos principais textos de apoio e comprovação das teorias de Darwin, que, por sinal, chamava o germano-brasileiro de Príncipe dos Observadores – apelido que deu nome à mostra. A exposição roda o Brasil e a Alemanha desde o ano passado, colocando à disposição do público material bibliográfico e iconográfico que pertenceu ao pesquisador.
Os interessados podem ter acesso ao catálogo aqui. Mais informações sobre o projeto e outros relacionados à imigração alemã para o Brasil estão disponíveis no site do Instituto.
Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/nota/naturalismo-online

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Estudantes do Raphael Serravalle realizam Feira de Ciências da Natureza

Reduzir a quantidade de lixo que produzimos, reutilizar tudo que for possível, reciclar para obter outros resultados, repensar para rever nosso comportamento diário, recusar produtos que agridem à saúde ambiental. Dentro desses princípios, será realizada, neste sábado (26/8), das 10h às 16h, no Colégio Estadual Raphael Serravalle (em Salvador), a Feira de Ciências da Natureza 2011. Este ano, o tema é: O lixo e a tecnologia sob a ótica de resíduos sólidos.
Aberto a estudantes, professores, pais e comunidade em geral, o evento educacional-cultural visa estimular o fazer científico, utilizando a definição de meio ambiente como espaço em que vivemos e, por isso, temos que cuidá-lo. Isso significa que o seu lixo, certamente, terá algo reaproveitável para outras pessoas.
"Associando o estudo teórico das diversas áreas do conhecimento e o vivenciado no cotidiano, concebemos a Feira de Ciências 2011, com o objetivo de construir, de maneira prática e de fácil exposição, todo o conteúdo já visto e aprendido, com inserção da introdução à metodologia científica, sob o aspecto informativo”, afirma
a professora Lausalina Dias, uma das coordenadoras da feira.
Fonte: http://www.educacao.estudantes.ba.gov.br/node/2685

Estudantes realizam Feira de Informática no Nordeste de Amaralina

Até sexta-feira (26/08), acontece no Colégio Estadual Carlos Corrêa de Menezes Sant’Anna, no bairro de Nordeste de Amaralina, em Salvador, a I Feira de Informática Conectando Você ao Conhecimento. Aberta ao público, a iniciativa é promovida pela unidade escolar com apoio da Superintendência de Educação Profissional (Suprof), da Secretaria da Educação do Estado da Bahia, e com a participação de professores e estudantes do curso técnico em Informática.
A abertura do evento ocorreu na segunda-feira (22/08), às 8h30, com o debate sobre Aplicativos WEB e Móveis. No período da tarde, das 14h às 16h30, o público recebe dicas de como elaborar um currículo e se comportar em entrevista de emprego. Na terça-feira (23/08), das 9h às 12h, será realizada uma palestra sobre o processo da criação de jogos eletrônicos e a eletrônica na informática.
Na quarta-feira (24/08), das 14h às 16h45, o debate será sobre O perfil do profissional da Tecnologia de Informática e a atuação do técnico na área comercial. Já na quinta-feira (25/08), a partir das 9h, os estudantes conhecerão mais sobre as funções do design gráfico.
Para encerrar a I Feira de Informática Conectando Você ao Conhecimento, na sexta-feira (26/08), das 10h às 11h30, haverá uma palestra sobre a evolução dos processadores e as tendências das novas tecnologias.
Produção de conhecimento - A atividade tem a proposta de dar maior visibilidade às ações realizadas pelo curso, inclusive, no que se refere à prestação de serviços gratuitos à comunidade, como por exemplo, a manutenção de computadores. “Com esta Feira e com ações de intervenção social que realizamos, pretendemos romper o estereótipo de que a escola pública não é lugar de produção do conhecimento. Nós produzimos conhecimento, sim, e em benefício da sociedade. Temos um curso de qualidade”, afirmou o professor Manoel Vida, orientador do curso.
As apresentações serão feitas pela Coordenação de Área de Trânsito e Tráfico do Derba/Softplan; Coordenação da Tecnologia da Informação da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Faculdade Estácio de Sá/FIB e Login Informática.
Novo Centro - O Colégio Estadual Carlos Corrêa de Menezes Sant’Anna além do Técnico em Enfermagem e Informática, também oferece o Técnico em Análises Clínicas e Segurança do Trabalho. A perspectiva é de que a unidade seja transformada em um novo Centro Estadual de Educação Profissional e passe a oferecer outros cursos técnicos.
Fonte: http://www.educacao.estudantes.ba.gov.br/node/2684

Estudantes mostram experimentos no CEEP


Foto: Geraldo Carvalho Ascom/SEC
Clique para ampliar
Um centro de experimentos. Esta foi a tônica dos dias (18 e 19/8), no ginásio de esportes do Centro Estadual de Educação Profissional em Controle e Processos Industriais (CEEP) Newton Sucupira, no bairro de Mussurunga, em Salvador.
O esporte deu lugar à I Feira de Ciências e à curiosidade dos mais de 1.200 estudantes, que apresentaram diversos projetos elaborados especialmente para a ocasião, como horta vertical, cozinha alternativa (com cascas e sementes de alimentos), condutores de energia, energia eólica e sistemas de segurança.
Veja mais fotos da I Feira de Ciências
“A minha turma pensou em demonstrar como funciona a energia eletrostática, que pode ser prejudicial ao ser humano quando utilizada em grande intensidade. Acho que a realização desta feira foi de grande importância para que aprendêssemos algo em nossa área, demonstrando que nós sempre podemos mais, que nós somos o futuro”, disse a estudante Tainá Muthe, de 16 anos, aluna do 2º ano da primeira turma do curso de mecânica automotiva.
A feira contou com a participação de estudantes do ensino médio, incluindo aqueles matriculados nos cursos técnicos. “O objetivo maior desta iniciativa é realizar o trabalho como princípio educativo. Os alunos fazem a produção científica e adquirem conhecimento através desta produção. Mesmos os estudantes que não fazem parte dos cursos técnicos estão aqui porque eles podem aplicar os seus conhecimentos de física, química e matemática”, ressaltou Ruy Braga, diretor do Centro.
Participação dos Estudantes - De acordo com o diretor, todo o processo de escolha dos temas apresentados passou pelos próprios estudantes. “Eles escolheram o que iriam apresentar. A iniciativa partiu deles. A partir destas ideias, nós fomos trabalhando dentro das nossas possibilidades, mostrando o que era possível ser feito. Uma outra ação importante foi abrir a escola nesta sexta-feira para a visitação de outras unidades escolares. Esta troca é fundamental”, disse.
 
Para Edmilson Mendes, de 19 anos, estudante do 4º ano do curso técnico, a feira foi uma oportunidade de buscar ideias que podem ser discutidas em sala de aula. “Montamos uma mesa para explicar algumas técnicas de combate ao incêndio. Algumas informações, como o fato do amido de milho também ser explosivo, nem sempre são conhecidas. Acho este trabalho muito interessante para outros debates em sala de aula”, afirmou.
Fonte: http://www.educacao.estudantes.ba.gov.br/node/2682

Cientista de 13 anos revoluciona a forma de captar energia solar

A invenção de um menino de 13 anos pode modificar a forma como coletamos energia solar nos dias de hoje. Aidan Dwyer, um rapazinho americano, bolou uma maneira de organizar os painéis solares que garante um melhor aproveitamento da luz e, assim, uma maior produção de energia. Semelhante a uma pequena planta, o invento do menino aumenta a eficiência do mecanismo entre 20% a 50%.
Aidan Dwyer (Foto: Reprodução) 
Aidan Dwyer (Foto: Reprodução)
Instigado pelo mecanismo utilizado pelas árvores para absorver luz solar, Dwyer teve uma ideia que lhe rendeu o prêmio de Jovem Naturalista, concedido pelo Museu Americano de História Natural. A atual maneira de gerar energia através da luz do sol consiste em arranjar os painés solares horizontalmente, ao contrário do sistema bolado pela própria natureza. Após estudar durante algum tempo, o menino decidiu montar em um suporte vertical pequenos painéis, de forma que estes ficassem organizados como folhas em galhos. E funcionou.
Árvore-solar (Foto: Reprodução) 
Árvore-solar (Foto: Reprodução)
Os testes realizados com o experimento mostram que, comparado ao mecanismo original, a árvore-solar de Dwyer é muito mais eficiente. Inclusive em épocas de menor incidência solar, tais como o inverno, a novidade leva a melhor. Além disso, o sistema, justamente por ser vertical, não é "enterrado" pela neve e também é menos prejudicado pela chuva.
O menino, ao explicar o funcionamento do seu modelo, ainda ressaltou outra vantagem: para ambientes urbanos, que carecem de espaço, ele é ideal. Além do que, acrescentou, a semelhança com uma árvore torna tudo ainda mais bacana.
Resta saber se existirão empresas interessadas em replicar a ideia em escala maior. Por enquanto, os modelos do menino têm se saído muitíssimo bem. O mais interessante é que o projeto de Aidan Dwyer não foi feito para uma grande feira internacional, mas sim para a feira de ciências da escola. Aos 13 anos, esse pequeno inventor já conta com diversos entusiastas e alguma notoriedade ao redor do mundo.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2011/08/cientista-de-13-anos-revoluciona-forma-de-captar-energia-solar.html

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dicas para um Jovem Cientista

Para o jovem que está realizando um projeto, ou mesmo para aqueles que tem vontade de realizar, mas não sabe por onde começar, inspirem-se nessas 5 dicas da Profª Drª Roseli de Deus Lopes que podem ser muito úteis.
1) Uma parte importante da atividade do cientista é saber observar e identificar os problemas e necessidades. Um bom cientista deve estar atento à realidade que o cerca.

2) Nenhum pesquisador trabalha inteiramente sozinho, e nenhum aprende sozinho a pesquisar. A ajuda de colegas e a orientação de alguém mais experiente são fundamentais para a pesquisa e a formação do pesquisador.

3) Os cientistas também enfrentam dificuldades financeiras. Porém, em algumas situações, quando você não possui ou não pode adquirir todos os materiais para conduzir a pesquisa, tente procurar materiais alternativos que possam substituí-los. Essa solução pode ser inovadora.

4) O interesse pelo tema escolhido é importante. Tente usar a sua experiência e a criatividade não apenas na realização do trabalho de pesquisa, mas também na escolha do que pesquisar.

5) Não desanime se ao desenvolver seu projeto você chegar à conclusão de que a hipótese que você formulou não é válida. Mostrar que uma hipótese não é válida, ou que uma determinada estratégia não serve para validar ou não uma hipótese, é também um resultado importante.

Fonte: http://febrace.org.br/dicas-para-voce/

domingo, 3 de abril de 2011

A química através da câmera

 

A química através da câmera: participe do concurso de fotos e vídeos caseiros que vai mostrar a química no cotidiano

O que uma câmera digital, um celular com filmadora e um monte de elementos químicos têm de especial em 2011? Juntando os três, você pode participar das comemorações do Ano Internacional da Química e, de quebra, concorrer a uma viagem a museus e centros de ciência do Brasil.

Este ano foi escolhido pela Organização das Nações Unidas como Ano Internacional da Química por um motivo especial: há exatos cem anos, a cientista polonesa Marie Sklodowska Curie recebeu o prêmio Nobel como reconhecimento por seu importante trabalho: a descoberta dos elementos químicos Rádio e Polônio. Este foi o segundo Nobel recebido por Marie, que, em 1903, foi a primeira mulher a receber tal prêmio, dividindo a láurea com Antoine Henri Becquerel e Pierre Curie, seu marido.

Mas as implicações das descobertas de Marie Curie – e de outros químicos importantes – não ficam presas no passado. Ao contrário, a química está presente em nosso dia a dia e, por isso, sempre é tempo de celebrá-la. Está lançado, então, um desafio para mentes jovens e criativas: revelar a química do cotidiano em imagens.

Para isso, o concurso "A química através da câmera" estará dividido em duas modalidades:
- “A química num instante”: Cada participante poderá inscrever até três fotos que retratem substâncias, elementos e fenômenos químicos presentes em seu cotidiano.
- “A química em movimento”: Cada participante poderá inscrever um vídeo, em formato digital, com até 1 minuto de duração.

Além disso, os participantes serão divididos em duas categorias, a primeira para meninos e meninas de 14 a 17 anos e a segunda, para jovens de 18 a 25 anos.

A promoção faz parte das atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que ocorre de 17 a 23 de outubro. Os trabalhos podem ser enviados até 1º de agosto.

O primeiro lugar de cada uma das categorias e modalidades ganhará uma viagem – no caso de menores de idade, com acompanhante – para conhecer espaços de divulgação da ciência no Brasil. O vencedor poderá escolher uma opção entre as alternativas oferecidas: 1) Museu da Vida e Jardim Botânico do Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro 2) Museu de Ciências e Tecnologia da PUCRS e Planetário da UFRGS, em Porto Alegre; 3) Museu Paraense Emilio Goeldi, em Belém; 4) Estação Ciência, Catavento Cultural e Instituto Butantan, em São Paulo. O segundo e o terceiro lugar de cada categoria receberão um kit “Química” com livros e DVD. Participe!

A realização do concurso é uma parceria entre o Museu da Vida / Casa de Oswaldo Cruz / Fundação Oswaldo Cruz, a Sociedade Brasileira de Química (SBQ), o Museu de Ciências e Tecnologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, o Catavento Cultural, o Museu Paraense Emilio Goeldi, o Ministério da Educação e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) / Ministério da Ciência e Tecnologia.

Clique aqui para ler o regulamento completo.

Informações:
Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz
Fundação Oswaldo Cruz
Av. Brasil 4365
Manguinhos
CEP 21045-900 Rio de Janeiro RJ
Site: www.museudavida.fiocruz.br/concursoquimica
E-mail: concursoquimica@fiocruz.br

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Fonte: Museu da Vida

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Café, chocolate e açúcar: entenda porque esses alimentos podem viciar

Nutrição
Com influência no sistema nervoso central e no sistema límbico, a teobromina e a cafeína podem causar dependência
Aretha Yarak
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Technorati Marcas: ,,
(Jupiterimages/Thinkstock)
"A cafeína é um estimulante e atua deixando a pessoa mais disposta, com melhora no raciocínio e na concentração”, afirma o endocrinologista João César Castro Soares
Aos seis anos de idade, Angela Maria Lemos, provou pela primeira vez a substância que um dia a deixaria viciada. Foi com as primas, tomando leite tirado na hora, que ela aprendeu que café era para a vida toda. No começo, ele ia misturado ao leite quente de vaca. Mas depois de anos de aprendizado, a bebida acabou como a dona do desjejum – e do dia. “Tomo café em jejum, só depois eu como alguma coisa”, afirma. E quando arrisca pular a xícara diária, uma dor de cabeça incômoda atormenta as horas que seguem. “Eu fico indisposta e minha cabeça fica estranha, depois começa a latejar de tanta dor.” Assim como Angela, hoje com 55 anos, milhares de pessoas têm algum tipo de vício em alimento, um mal responsável por sintomas prejudiciais à saúde e ao convívio social. E não é apenas a cafeína que tem efeitos similares aos de um vício. Engrossam a lista as guloseimas preferidas de mulheres com TPM (tensão pré-menstrual) e das crianças: chocolate e açúcar.
Mas, se mesmo podendo viciar, esses alimentos continuam a ser vendidos em qualquer esquina, o motivo é bem simples: os cientistas ainda não chegaram a um consenso sobre eles. O único ponto de acordo é que algumas substâncias podem, sim, causar dependência. Porém, na maioria das vezes, apenas psicológica. “A cafeína, no entanto, tem ação associada ao sistema nervoso central. Ela é um estimulante e atua deixando a pessoa mais disposta, com melhora no raciocínio e na concentração”, afirma João César Castro Soares, endocrinologista e nutrólogo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O chocolate e o açúcar, por sua vez, atuam diretamente no sistema límbico (responsável pelas emoções), estimulando a produção de serotonina. Apesar desses vícios ainda não terem sido equiparados a outros, como o fumo e ao alcoolismo, a falta deles pode trazer sintomas típicos de abstinência – como a impertinente dor de cabeça de Angela.
Confira abaixo os motivos pelos quais café, chocolate e açúcar podem significar um risco à saúde quando consumidos em demasia.
John Foxx/Thinkstock
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Café – A cafeína age diretamente no sistema nervoso central. Por ter capacidade de chegar à corrente sanguínea, ela atinge o córtex cerebral exercendo efeitos como redução da fadiga e uma melhora na concentração e na capacidade de pensamento. Entre os sintomas de abstinência da cafeína estão dor de cabeça, tremedeira, tontura, aumento da ansiedade e fraqueza. Há estudos, no entanto, que compravam que até quatro xícaras da bebida por dia são benéficas e podem ter ação antioxidante e vasodilatadora.
Excesso de café: pode aumentar a frequência cardíaca e causar insônia e palpitações.
Stockbyte /Thinkstock
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Chocolate – A teobromina, uma substância presente neste doce, estimula a produção do neurotransmissor serotonina, que proporciona uma sensação de prazer e bem-estar. “Minha produtividade no trabalho está atrelada ao consumo de chocolate. Se não como, parece que meu cérebro fica sem energia”, conta a advogada Mariana Veiga, 25 anos. De acordo com o endocrinologista Walmir Coutinho, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, existem estudos que apontam que a região do cérebro ativada com o consumo do chocolate é a mesma afetada em um dependente de cocaína. O alimento é tão eficiente em proporcionar prazer (e viciar), que, contam os registros históricos, já foi relacionado com forças ditas malignas. “No século 16, os jesuítas deixaram escrito que a bebida feita de cacau consumida pelos nativos era uma coisa do demônio. Isso porque eles não conseguiam parar de consumi-la, era algo viciante”, conta o endocrinologista João César Castro Soares.
Excesso de chocolate: por ser um alimento muito calórico, pode acabar em ganho excessivo de peso e até em obesidade. Há ainda problemas indiretos, como um aumento no risco de desenvolver diabetes e problemas cardíacos.
Jeffrey Hamilton /Thinkstock
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Açúcar – Festa de aniversário tem bolo. A inclusão de verduras e legumes no prato da criança é recompensada com uma deliciosa sobremesa. Segundo o endocrinologista João César Castro Soares, nossa cultura tem ainda o hábito de gratificar situações de sofrimento e estresse com... um doce. Se o açúcar já era responsável por uma sensação de prazer – associada à produção de serotonina pelo sistema límbico (emocional) -, ele tem ainda um efeito psicológico incutido na educação quando ainda somos crianças. “É quase um antidepressivo, uma cura momentânea para nossas angústias”, diz. De acordo com Soares, os mamíferos em geral, mesmo aqueles que nunca sentiram o gosto doce antes, são estimulados pelo açúcar. “Se você der um pedaço de doce para um cachorro, ele vai ficar agitado e vai querer mais. Isso em função da sensação de prazer que ele sente com esse alimento.”
Excesso de açúcar: além de estimular o ganho de peso e a obesidade, aumenta as chances de se desenvolver diabetes e de aparecimento de cáries. Algumas pessoas apresentam problemas gástricos.
Tags: açúcar, café, cafeína, chocolate, serotonina, teobromina, vicia, vício.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/cafe-chocolate-a-acucar-entenda-porque-esses-alimentos-podem-viciar

domingo, 26 de setembro de 2010

Como Tudo Funciona (HowStuffWorks)

HowStuffWorks mostra como as coisas funcionam

Site explica milhares de assuntos em artigos claros e precisos

São Paulo, agosto de 2007 - Como funciona o motor de um carro? O que é aquecimento global? Por que um avião voa? Quais esportes são disputados nos Jogos Pan-americanos? Como funciona o iPod? Todas as respostas estão no HowStuffWorks (www.hsw.com.br), site que mostra - em bom português - como as coisas funcionam.

No site, que é fonte confiável de informação para pessoas de todas as idades que querem saber mais sobre o mundo e é um dos mais acessados dos Estados Unidos na sua categoria, o internauta conhece em detalhes o corpo humano, objetos, animais, tecnologias, fenômenos da natureza e uma lista interminável de coisas.

“São milhares de itens, organizados em categorias específicas para facilitar a navegação do usuário. Todas as explicações são feitas por professores, cientistas e profissionais especializados e reconhecidos nas suas áreas de atuação, fazendo do HSW uma fonte de informação confiável”, diz Alexandre de Freitas, CEO do HowStuffWorks no Brasil. “O conteúdo é encontrado facilmente pelos mecanismos de busca e é escrito de forma a atender a quem busca informação - não importa se é para aprender ou para comprar.”

Para facilitar a compreensão dos temas explicados, os artigos do HowStuffWorks recorrem a infográficos, imagens explicativas e animações. Os textos são bem-humorados e didáticos.

Os canais do site são: Carros, Ciência, Eletrônicos, Empresas e Finanças Pessoais, Entretenimento, Esporte, Gente, Informática, Saúde, Sua Casa e Viagem. Em cada uma dessas áreas há explicações detalhadas e fáceis de entender. “A lista de temas é gigantesca”, diz Graciliano Toni, diretor de contéudo do site. “Nenhum assunto é espinhoso demais para o HowStuffWorks explicar - e para o internauta entender.”

Há também o Guia de Compras. Escrito por especialistas independentes, mostra o que procurar em cada produto, ensina os termos usados e indica os erros mais comuns na hora da compra. “Gastar dinheiro é fácil, o problema é ter informação suficiente para tomar a melhor decisão e adquirir bons produtos, desembolsando somente o necessário”, resume Alexandre.

Outra funcionalidade interessante do HowStuffWorks é a seção “Aprenda a Fazer”, que dá dicas muito úteis a respeito de coisas cotidianas, tais como manter um ar-condicionado em boas condições, montar um computador, treinar um cachorro, manter a casa à prova de alergias ou até mesmo planejar uma dieta.

Fundado em 1998 por Marshall Brain, professor da Universidade Estadual da Carolina do Norte, o site tem crescido continuamente. Sua importância é reconhecida pelo público e pelos meios de comunicação, o que é atestado pelos diversos prêmios recebidos - como sua inclusão na lista dos “25 sites sem os quais não podemos viver”, feita pela Revista Time em 2006, e a conquista, neste mês, de duas categorias - melhor site educativo e melhor texto - do Webby Awards (o Oscar da Internet).

Com sede em Atlanta (Geórgia, nos EUA), o HowStuffWorks é desde 2003 parte do ConvexGroup, empresa de mídia e tecnologia presidida por Jeffrey Arnold. No Brasil, o quartel-general do HowStuffWorks fica em São Paulo.

Modelo de negócios

Segundo Alexandre de Freitas, o HowStuffWorks Brasil servirá de modelo de negócios em países como China, Índia e Rússia. A idéia é que a operação brasileira seja a plataforma para a expansão internacional.

O site oferece educação, informações e produtos (por meio de um shopping de comparação de preços). Seu modelo de negócios está baseado em vendas de links patrocinados, publicidade online e comércio eletrônico. Nos EUA o site tem quase 12 milhões de visitantes únicos e 60 milhões de páginas visitadas por mês. No Brasil, país que detém o recorde mundial de tempo de navegação na Internet, segundo dados do Ibope Net Ratings, a expectativa é ter uma audiência ainda maior.

A receita do HowStuffWorks no Brasil também virá da publicidade online e de parcerias com o Google e o UOL.

Sobre a HowStuffWorks.com
Fundada em 1999, a HowStuffWorks.com é uma editora online que fornece conteúdo útil, objetivo e confiável para ajudar as pessoas a entender o mundo. O premiado site da empresa atrai milhões de visitantes únicos por mês e é fonte de explicações aprofundadas, mas fáceis de entender, sobre milhares de assuntos - de ciência e tecnologia a saúde e produtos eletrônicos. Em 2005 a HowStuffWorks.com passou a deter com exclusividade os direitos para publicação online do conteúdo da Publications International, Ltd, do Consumer Guide e do Mobil Travel Guide. Com sede em Atlanta, Geórgia (EUA), a HowStuffWorks.com é subsidiária do Convex Group, que atua nos setores de mídia e tecnologia. Mais informações em www.howstuffworks.com.

Fonte: http://www.hsw.uol.com.br/como-as-coisas-funcionam-rle.htm

terça-feira, 16 de março de 2010

Projeto Escola Participativa populariza as ciências

Vencedor na modalidade Popularização da Ciência, pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), o projeto Escola Participativa vem despertando o interesse de estudantes do Colégio Presidente Emílio Garrastazu Médici para a pesquisa científica. Idealizadora do trabalho, a professora de Biologia Simone Maria Teixeira dos Santos ressalta que a proposta busca promover uma aproximação maior de alunos de ensino médio com o fazer ciência, visando, assim, ao fortalecimento do conhecimento dos futuros universitários.
Os temas são construídos a partir dos questionamentos feitos no seu meio ambiente, através das visitas de campo, que incluem observação e coletas de dados. O projeto envolve 43 alunos do 2º ano, que têm liberdade de optar por um tema a ser trabalhado, dentro de um contexto científico. Os resultados obtidos deverão ser apresentados sob forma de plano de pesquisa, de folheto explicativo e de vídeo, para compor num jornal a ser divulgado na comunidade escolar.
"É preciso haver um canal de comunicação entre o ensino médio e a universidade, para tornar os estudantes mais participativos nos problemas sociais do meio em que vivem. Professor não é tela de TV ou de computador que traz informações. Seu papel é o de instigar o aluno na aplicação do conhecimento", considera a bióloga Simone dos Santos que, junto à professora Sheila Araújo, é responsável pela execução do projeto.
Dentro desse princípio, os estudantes aproveitam as representações sociais e suas vivências para colocar em prática os conhecimentos teóricos adquiridos. Assim, de acordo com a professora, são prestigiadas as ações que estimulam a construção de hipóteses através da interpretação de fatos e da elaboração de projetos de pesquisa dentro das normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Descobertas - "Está sendo muito legal participar desse projeto. Estamos descobrindo as ciências, tendo uma outra imagem do que é ser cientista", considera a estudante Lorena Caroline Barbosa Mascarenhas, 16 anos. Seu colega, Joalisson de Andrade Silva, 15, também se mostra empolgado.
"Mesmo que não venhamos a ser cientistas, esse projeto está nos ajudando a descobrir o que é ciência e a importância de nos aprofundarmos nos conhecimentos. Essa oportunidade está sendo muito interessante na minha vida e vai me ajudar quando eu entrar na universidade". Cada disciplina fica com a responsabilidade de contribuir com o desenvolvimento da investigação científica idealizada pelos estudantes. Para isso, são realizadas oficinas de metodologia científica.
A expectativa do diretor do Colégio Garrastazu Médici, Luciano de Oliveira Costa, que assume a coordenação geral do projeto, é que, até o final do programa, os estudantes tenham adquirido conhecimento da prática e da metodologia da pesquisa científica. A importância do projeto tem o reconhecimento até do meio acadêmico. "O professor Ramon dos Santos El-Bachá, do Departamento de Neurociências, da Universidade Federal da Bahia), que também promoveu um projeto de popularização da ciência, ficou encantado com nosso trabalho", orgulha-se a professora Simone dos Santos.  
Fonte: ASCOM - SECRETARIA

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Ciência e Espiritualidade

É de Einstein a frase: “A ciência sem religião é manca, a religião sem a ciência é cega”. Com isso queria dizer que a ciência levada até a sua exaustão termina no mistério que produz assombro e encantamento, experiência típica das religiões. A religião que não se abre a este mistério das ciências deixa de se enriquecer, tende a se fechar em seus dogmas e por isso fica cega. A ciência se propõe explicar como existem as coisas. A religião se deixa extasiar pelo fato de que as coisas existem. O que é a matemática para o cientista é a oração para o religioso. O físico busca a matéria até a sua última divisão possível, os topquarks, chega aos campos energéticos e ao vácuo quântico. O religioso capta uma energia inefável, difusa em todas as coisas, até em sua suprema pureza em Deus.

Num “momento” de sua plenitude, Deus decide criar um espelho no qual pudesse ver a si mesmo. Cria aquele pontozinho, bilionesimamente menor que um átomo. Um fluxo incomensurável de energia é transferido para dentro dele. Aí estão todas as possibilidades. Potencialmente todos nós estávamos lá, juntos. De repente, tudo se inflacionou e depois explodiu. Surgiu o universo em expansão. O Big Bang, mais que um ponto de partida, é um ponto de instabilidade que, no afã de criar estabilidade, gera unidades e ordens cada vez mais complexas, como a vida e a nossa consciência.
O Princípio de auto-organização do universo está agindo em cada parte e no todo. Neste universo tudo tem a ver com tudo, formando uma incomensurável rede de relações. Deus é a palavra que as religiões encontraram para esse Princípio, tirando-o do anonimato e inserindo-o na consciência. Para defini-lo não há palavras. Por isso é melhor calar do que falar. Mas se tudo é relação, então não é contraditório pensar que Deus seja também uma relação infinita e uma suprema comunhão.
(Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação; texto adaptado de um artigo)
Fonte: Toque de Motivação