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Salvador, Bahia, Brazil
Professora de química que gosta de utilizar as Tecnologias de Informação e Comincação como ferramenta pedagógica.
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Café, chocolate e açúcar: entenda porque esses alimentos podem viciar

Nutrição
Com influência no sistema nervoso central e no sistema límbico, a teobromina e a cafeína podem causar dependência
Aretha Yarak
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Technorati Marcas: ,,
(Jupiterimages/Thinkstock)
"A cafeína é um estimulante e atua deixando a pessoa mais disposta, com melhora no raciocínio e na concentração”, afirma o endocrinologista João César Castro Soares
Aos seis anos de idade, Angela Maria Lemos, provou pela primeira vez a substância que um dia a deixaria viciada. Foi com as primas, tomando leite tirado na hora, que ela aprendeu que café era para a vida toda. No começo, ele ia misturado ao leite quente de vaca. Mas depois de anos de aprendizado, a bebida acabou como a dona do desjejum – e do dia. “Tomo café em jejum, só depois eu como alguma coisa”, afirma. E quando arrisca pular a xícara diária, uma dor de cabeça incômoda atormenta as horas que seguem. “Eu fico indisposta e minha cabeça fica estranha, depois começa a latejar de tanta dor.” Assim como Angela, hoje com 55 anos, milhares de pessoas têm algum tipo de vício em alimento, um mal responsável por sintomas prejudiciais à saúde e ao convívio social. E não é apenas a cafeína que tem efeitos similares aos de um vício. Engrossam a lista as guloseimas preferidas de mulheres com TPM (tensão pré-menstrual) e das crianças: chocolate e açúcar.
Mas, se mesmo podendo viciar, esses alimentos continuam a ser vendidos em qualquer esquina, o motivo é bem simples: os cientistas ainda não chegaram a um consenso sobre eles. O único ponto de acordo é que algumas substâncias podem, sim, causar dependência. Porém, na maioria das vezes, apenas psicológica. “A cafeína, no entanto, tem ação associada ao sistema nervoso central. Ela é um estimulante e atua deixando a pessoa mais disposta, com melhora no raciocínio e na concentração”, afirma João César Castro Soares, endocrinologista e nutrólogo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O chocolate e o açúcar, por sua vez, atuam diretamente no sistema límbico (responsável pelas emoções), estimulando a produção de serotonina. Apesar desses vícios ainda não terem sido equiparados a outros, como o fumo e ao alcoolismo, a falta deles pode trazer sintomas típicos de abstinência – como a impertinente dor de cabeça de Angela.
Confira abaixo os motivos pelos quais café, chocolate e açúcar podem significar um risco à saúde quando consumidos em demasia.
John Foxx/Thinkstock
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Café – A cafeína age diretamente no sistema nervoso central. Por ter capacidade de chegar à corrente sanguínea, ela atinge o córtex cerebral exercendo efeitos como redução da fadiga e uma melhora na concentração e na capacidade de pensamento. Entre os sintomas de abstinência da cafeína estão dor de cabeça, tremedeira, tontura, aumento da ansiedade e fraqueza. Há estudos, no entanto, que compravam que até quatro xícaras da bebida por dia são benéficas e podem ter ação antioxidante e vasodilatadora.
Excesso de café: pode aumentar a frequência cardíaca e causar insônia e palpitações.
Stockbyte /Thinkstock
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Chocolate – A teobromina, uma substância presente neste doce, estimula a produção do neurotransmissor serotonina, que proporciona uma sensação de prazer e bem-estar. “Minha produtividade no trabalho está atrelada ao consumo de chocolate. Se não como, parece que meu cérebro fica sem energia”, conta a advogada Mariana Veiga, 25 anos. De acordo com o endocrinologista Walmir Coutinho, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, existem estudos que apontam que a região do cérebro ativada com o consumo do chocolate é a mesma afetada em um dependente de cocaína. O alimento é tão eficiente em proporcionar prazer (e viciar), que, contam os registros históricos, já foi relacionado com forças ditas malignas. “No século 16, os jesuítas deixaram escrito que a bebida feita de cacau consumida pelos nativos era uma coisa do demônio. Isso porque eles não conseguiam parar de consumi-la, era algo viciante”, conta o endocrinologista João César Castro Soares.
Excesso de chocolate: por ser um alimento muito calórico, pode acabar em ganho excessivo de peso e até em obesidade. Há ainda problemas indiretos, como um aumento no risco de desenvolver diabetes e problemas cardíacos.
Jeffrey Hamilton /Thinkstock
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Açúcar – Festa de aniversário tem bolo. A inclusão de verduras e legumes no prato da criança é recompensada com uma deliciosa sobremesa. Segundo o endocrinologista João César Castro Soares, nossa cultura tem ainda o hábito de gratificar situações de sofrimento e estresse com... um doce. Se o açúcar já era responsável por uma sensação de prazer – associada à produção de serotonina pelo sistema límbico (emocional) -, ele tem ainda um efeito psicológico incutido na educação quando ainda somos crianças. “É quase um antidepressivo, uma cura momentânea para nossas angústias”, diz. De acordo com Soares, os mamíferos em geral, mesmo aqueles que nunca sentiram o gosto doce antes, são estimulados pelo açúcar. “Se você der um pedaço de doce para um cachorro, ele vai ficar agitado e vai querer mais. Isso em função da sensação de prazer que ele sente com esse alimento.”
Excesso de açúcar: além de estimular o ganho de peso e a obesidade, aumenta as chances de se desenvolver diabetes e de aparecimento de cáries. Algumas pessoas apresentam problemas gástricos.
Tags: açúcar, café, cafeína, chocolate, serotonina, teobromina, vicia, vício.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/cafe-chocolate-a-acucar-entenda-porque-esses-alimentos-podem-viciar

domingo, 10 de outubro de 2010

Projeto Interdisciplinar sobre Café


Produção de Audiovisual: Compartilhando Conhecimento
2ª Atividade da 4ª etapa do Módulo Vídeo - Turma PAVNTE01
Projeto Voz e Vez da minha Turma
Professoras: Eurivaldina Dantas e Sandra Cedraz
Cursista: Soraia Jesus de Oliveira

Tema: Café.

Público-alvo: 3ª série do ensino médio.

Introdução:

Mundialmente milhões de pessoas iniciam seu dia com uma xícara de café. O odor, o sabor, a cafeína está presente na nossa vida moderna e faz parte da nossa cultura.
O café é um produto de destaque no comércio mundial, tendo grande importância em termos políticos e econômicos para vários países em desenvolvimento. O Brasil é o país que detém a maior parcela da produção de café no mundo . De acordo com a ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café), o Brasil exporta para diversos países entre eles podemos citar a Alemanha, que é também a maior compradora do café verde (em grãos) brasileiro. Importa o melhor café do mundo, agrega valor ao produto, torrando e moendo os grãos e vende para países da Europa, Ásia, África, América do Norte, dentre outros.
No Brasil, o café possui uma representatividade em termos de produção, o qual pode ser constado pelas diversas pesquisas que têm sido realizadas avaliando o consumo de café e sua repercussão na saúde da população brasileira .
O consumo do café traz diversos benefícios, sendo assim em 2007 foi lançado o projeto "Café na merenda, saúde na escola", em uma escola municipal de Juiz de Fora-MG. O projeto interdisciplinar sobre café tem como objetivo auxiliar na disseminação de hábitos de alimentação saudáveis junto aos jovens, além de destacar as propriedades do consumo moderado do café para saúde, divulgando seus benefícios à atividade intelectual, ao aprendizado escolar e à prevenção de doenças .
Com o projeto interdisciplinar no tema café é possível trabalhar conteúdos de história, matemática, química, biologia, e outras matérias, ou seja, promover a integração de todas as séries do Ensino Médio. Para atingir o objetivo proposto por este projeto, necessita-se desenvolver conteúdos programáticos contextualizando com o tema café. A abordagem de temas contextualizados contribui para a qualidade de ensino e servem de fonte de estudo de diversas disciplinas.
Diversas atividades podem ser desenvolvidas para atingir o objetivo proposto como a construção e cartazes pelos alunos, realização de uma apresentação sobre o tema envolvendo os aspectos históricos, geográficos e culturais, o desenvolvimento de poemas baseados na época dos Barões do Café, a realização de café típico de cada país, organizado e preparado pelos alunos, dentre outros. Para finalizar o trabalho proposto nada melhor que um café cultural e com uma lembrança confeccionada pelos educandos.
Com o objetivo estimular a utilização de novas tecnologias de modo a favorecer a socialização do trabalho desenvolvido uma das etapas do projeto é a produção e publicação de um vídeo sobre o tema café. O projeto será desenvolvido em uma unidade e o material necessaário será: Email, Grupo virtual, Blog, Pendrive, TV pendrive, Câmera digital, ipod, celular com câmera e computador com programa de edição de vídeo e acesso a internet.

Metodologia:

1º. Formação de grupo com seis componentes.

Cada equipe deverá ser formada de historiador, geógrafo, médico, nutricionista, cientista (físico ou químico) e poeta. O obbjetivo é que cada aluno pesquise um sub-tema relacionado a cada disciplina.

2º. Escolha dos sub-temas

Cada equipe deverá buscar nos sites sugeridos ou outras fontes o conteúdo a ser desenvolvido no trabalho. Esses sites serão sugeridos por trocas de e-mails em grupos virtuais e as escolhas de cada equipe também serão postadas no grupo o qual será socializado por todos.
O tema da pesquisa é café, mas o título do vídeo cada equipe irá determinar.

3º. Elaboração e produção de vídeo

O programa sugerido para produzir o vídeo é o movie maker e os imagens poderão ser obtidas com o uso de celular ou em uma câmera digital

4º. Publicação e socialização do vídeo

O vídeo produzido por equipe deverá ser publicado em um site que hospede e socializado em blog colaborativo por cada equipe.

Avaliação:

A equipe será avaliada durante todo o processo de ensino-aprendizagem, considerando a participação no desenvolvimento das atividades, a seleção e abordagem de itens importantes sobre o tema, a exposição de idéias no vídeo considerando os aspectos sociais, econômicos, culturais e ambientais.


Licença Creative Commons
Projeto Interdisciplinar sobre Café de Soraia J. Oliveira é licenciado sob uma Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike.
Based on a work at aprenderquimica.blogspot.com.

sábado, 9 de outubro de 2010

Projeto sobre o uso de Podcast na Educação


Produção de Audiovisual: Compartilhando Conhecimento
3ª Atividade da 2ª etapa - Turma PAVNTE01
Projeto sobre o uso de Podcast na Educação
Professoras: Eurivaldina Dantas e Sandra Cedraz
Cursista: Soraia Jesus de Oliveira

O agronegócio Café e o uso do Podcast
Tema: Café.
Público-alvo: 3ª série do ensino médio.
Disciplinas: todas as disciplinas.
Objetivo Geral: Estimular a utilização de novas tecnologias através da produção de um podcast visando à integração de diversas disciplinas.
Duração: uma (01) unidade.
Material necessário: Email, Grupo virtual, Blog, Pendrive, TV pendrive ou Aparelho de som, ipod, celular com mp3 e computador com programa de edição de aúdio e acesso a internet.
Metodologia:
1º.  Formação de grupo com seis componentes.
Cada equipe deverá ser formada de historiador, geógrafo, médico, nutricionista, cientista (físico ou químico) e poeta. Objetivo é que cada aluno pesquisa um sub-tema relacionado a cada disciplina
2º. Escolha dos sub-temas
Cada equipe deverá buscar nos sites sugeridos ou outras fontes o conteúdo a ser desenvolvido no trabalho. Esses sites serão sugeridos por trocas de e-mails em grupos virtual e as escolhas de cada equipe também serão postadas no grupo o qual será socializado por todos.
O tema da pesquisa é café, mas o título do podcast cada equipe irá determinar.
3º. Elaboração e produção de podcast
O programa sugerido para produzir o podcast é o audacity e o aúdio poderá ser gravado no audacity ou em um gravador de áudio (por exemplo, mp3)
4º. Publicação e socialização do podcast
O podcast produzido por equipo deverá ser publicado em um site que hospede e socializado em blog colaborativo por cada equipe.
Licença Creative Commons
O agronegócio Café e o uso do Podcast by Soraia J. Oliveira is licensed under a Creative Commons Atribuição License.
Based on a work at aprenderquimica.blogspot.com.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

O poder do café

A segunda bebida mais consumida do planeta é tema de debate mediado por Marcello Scarrone na BN.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), o café só perde o posto de bebida mais consumida para a água.  Diariamente, um bilhão de pessoas bebem o líquido e o hábito não é de hoje. A história do fruto é o assunto do próximo debate que a Revista vai promover no dia 22 de junho, às 16h, no auditório da Biblioteca Nacional.
Os palestrantes serão os professores do departamento de História da Universidade Federal Fluminense (UFF), Carlos Gabriel Guimarães e Humberto Fernandes Machado. Entre os pontos que serão abordados estão: a expansão do café no Vale do Paraíba (Fluminense e Paulista) e a relação comercial e portuária com a cidade do Rio de Janeiro; a ascensão escravista paulista (Oeste Novo) e mineira (Zona da Mata); o descaso dos proprietários em relação à preservação das matas, o que ocasionou escassez pelas “terras virgens”; e o alto índice de mortalidade dos escravos em virtude da cultura repressiva existente.
Os alunos que participarem do evento receberão certificados que podem ser utilizados como horas de atividades complementares em suas universidades. Além disso, será sorteada uma assinatura da Revista de História da Biblioteca Nacional por um ano. A série de debates também será transmitida em tempo real, via Internet, no site do Instituto Embratel, através do link TV PontoCom. Haverá também postagens no Twitter durante o encontro.
O café é destaque também nas páginas da edição de junho da Revista de História.
Terça-feira, 22 de junho de 2010, às 16h
Entrada franca
Auditório da Biblioteca Nacional
Rua México, s/no. – Centro – Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2240-4300


segunda-feira, 31 de maio de 2010

Cafés nacionais

Cafés nacionais com notas altas em concursos viram atração em cafeterias

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CRISTIANA COUTO
colaboração para a Folha de S.Paulo
Depois de apostar em cafés de diferentes origens e divulgar os vários métodos de preparar a bebida, as cafeterias estão voltando os olhos para um novo segmento dos grãos de qualidade. Produzidos com extremo cuidado, em edições limitadas e sob condições especiais de clima e de solo, eles têm em comum características únicas de aroma e sabor, que os colocam na elite dos cafés brasileiros.
Ensei Neto/Divulgação
Fazenda Chapadão de Ferro, em Minas Gerais, produz grãos com grande acidez
Fazenda Chapadão de Ferro, em Minas Gerais, produz grãos com grande acidez
"São cafés que, pela complexidade que apresentam, ganham notas acima da média dos grãos especiais", diz a barista Isabela Raposeiras, do Coffee Lab, que desde o ano passado oferece em sua cafeteria-laboratório seis opções desse tipo (leia mais abaixo).
Assim como Isabela, o Suplicy, em São Paulo, acaba de lançar duas opções de cafés que chegam a custar até quatro vezes mais do que os de marca própria. "Os clientes já estão preparados para perceber as sutilezas desses produtos", avalia o dono, Marco Suplicy.
Essas nuances podem ir desde sabores que lembram caramelo até aromas de pétalas de rosas e notas sutis de papaia. "Atributos importantes como doçura e acidez também são mais perceptíveis em cafés de alto nível", diz Georgia Franco, da Lucca Cafés Especiais, de Curitiba, pioneira nessa oferta.
Em março, a rede oferecerá 22 preciosidades, garimpadas por Georgia em concursos regionais e nacionais. O destaque deste ano é o quinto colocado do Cup of Excellence, o mais importante concurso de cafés brasileiros, cujos finalistas são disputados em leilão virtual. Uma saca (60 kg) vencedora pode chegar a custar R$ 15 mil contra R$ 360 de uma saca de café gourmet. Por isso quase toda a produção é absorvida pelo mercado externo.
Os concursos funcionam como uma vitrine para os produtores desses microlotes, como são tecnicamente chamados esses cafés de uma única variedade, plantados em um mesmo ano em uma parcela de terra de características bem definidas.
"Lotes menores têm melhores chances de atingir parâmetros importantes de qualidade, como a uniformidade e a maturidade dos grãos", ensina o engenheiro químico e especialista em cafés Ensei Neto.
Num paralelo com o mundo dos vinhos, os microlotes equivalem a um grand cru de Borgonha e, quando degustados por especialistas do calibre de Robert Parker, o famoso crítico de vinhos norte-americano, é desejável que alcancem, no mínimo, 88 pontos (numa escala de 100).
"Apenas cerca de 100 mil sacas brasileiras alcançam esse nível", contabiliza Silvio Leite, um dos mais conceituados provadores de cafés do país. Para ter uma ideia do quanto esse volume representa, o Brasil produzirá, neste ano, cerca de 50 milhões de sacas de café de todos os tipos.
Tendência
Microlotes são um fenômeno relativamente novo no mundo dos cafés especiais, mas já se tornaram tendência em mercados mais "maduros", como Escandinávia, Estados Unidos e Japão. "São pequenas torrefações e cafeterias que se dedicam a procurar os melhores cafés disponíveis", diz Isabela.
No Brasil, os especialistas já identificam microclimas que se destacam na produção desses lotes. Vale da Grama, na região da Mogiana paulista, Carmo de Minas, na Serra da Mantiqueira, Matas de Minas e, recentemente, uma área na Chapada Diamantina (BA) são consideradas "minas de ouro". "Mas ainda há muito o que explorar", acredita Leite.
Algumas dessas joias foram recentemente descobertas. É o caso do café da fazenda Chapadão de Ferro, produzido em região de solo vulcânico e a altas altitudes, vendido no Suplicy, e o singular maracatuaí, desenvolvido na fazenda Baú a partir de sucessivos cruzamentos de duas variedades. "Ele tem a picância da pimenta-da-Jamaica e um final doce e prolongado", diz Isabela, que conseguiu duas das 15 sacas produzidas.
Mas a alta qualidade desses cafés não se deve apenas à variedade escolhida e à natureza privilegiada. Tão importante quanto a matéria-prima é o seu processamento. Se mal conduzido, pode arruinar o sabor da bebida na xícara.
"Não adianta comprar microlotes se não tiverem o tratamento adequado", alerta Georgia, que, como Isabela e o Suplicy, torra seus grãos. O cuidado na torra, que desenvolve os aromas e os sabores do café, e a apresentação de um produto fresco nas prateleiras são fatores decisivos para apreciar a delicada bebida.
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Conheça os cafés
Veja as características de cada grão e suas regiões produtoras:
Fazenda Chapadão de Ferro
De onde vem >> fazenda Chapadão de Ferro, situada numa área de solo vulcânico, no Cerrado Mineiro, rica em minerais. É produzido em altas altitudes (1.250 m), o que dá mais complexidade à bebida
Por que é bacana >> "Tem grande acidez e complexidade de sabor (toques florais e de frutas vermelhas) realçado pela presença de minerais como o ferro, oriundos do solo", explica o especialista Ensei Neto, que o "descobriu"
Quanto custa >> R$ 13 (250 g) ou R$ 5,50 (ristreto duplo, dependendo do dia), no Suplicy Cafés Especiais
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Santa Alina
De onde vem >> fazenda Santa Alina, localizada em São Sebastião da Grama, na região de Mogiana, interior paulista, uma das melhores do país. Tirou o quarto lugar com esse café natural (seco com a casca) da variedade bourbon amarelo, na sétima edição do concurso Melhores Cafés de São Paulo
Por que é bacana >> "De todos os cafés do Suplicy é o que tem mais tradição, pois está há cem anos com a mesma família. É um café elegante, ideal para ser tomado no coador", conta Marco Suplicy
Quanto custa >> R$ 18 (250 g) e R$ 5,50 (ristreto duplo, dependendo do dia), no Suplicy Cafés Especiais
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São Judas Tadeu-Piatã
De onde vem >> Fazenda São Judas Tadeu, de Antonio Rigno, em Piatã, Bahia, região que vem se destacando na produção de cafés de alta qualidade
Por que é bacana >> com produção de apenas 20,5 sacas (60 kg cada uma) em 2009, ganhou o quinto lugar no Cup of Excellence, o mais importante concurso de cafés brasileiros, de nível mundial. "Tem doçura acentuada e acidez equilibrada, com notas intensas de caramelo", avalia Georgia Franco
Quanto custa >> R$ 40 (250 g), no Lucca Cafés
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Maracatuaí - Fazenda Baú
De onde vem >> fazenda Baú, em Lagoa Formosa, no Cerrado Mineiro. Das 30 mil sacas produzidas, 15 são de uma variedade única, a maracatuaí, originada após anos de cruzamentos feitos pelo produtor Tomio Fukuda entre as variedades catuaí vermelho (brasileira) e maragogipe (da Guatemala)
Por que é bacana >> "Com notas de mamão-papaia e a picância da pimenta-da-Jamaica, seu sabor residual é um dos mais prolongados e doces que já provamos", diz Isabela Raposeiras
Quanto custa >> R$ 28 (250 g) e R$ 6 (French Press, serve quatro pessoas), no Coffee Lab
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Bourbon Vermelho - Fazenda Ambiental Fortaleza
De onde vem >> fazenda Ambiental Fortaleza, localizada em Mococa (SP). Quase toda a sua produção de café orgânico é destinada a torrefadoras internacionais. Onze dessas sacas são cultivadas em meio à mata nativa, em áreas sombreadas, algo comum na Índia, mas raro no Brasil
Por que é bacana >> "Esse sistema de cultivo propicia alta doçura e complexidade sensorial, além de um corpo aveludado pela rara presença de ácido lático no grão. Apresenta notas de frutas cítricas, maçã-verde e um final floral", diz Isabela Raposeiras
Quanto custa >> R$ 38 (250 g) e R$ 5 (Aeropress, serve duas pessoas), no Coffee Lab

sábado, 29 de maio de 2010

RECEITA DE CAFÉ GELADO

Ingredientes:
para uma taça reserve:
2 xícaras pequenas de café expresso
2 xícaras pequenas de suco de laranja
½ xícara de suco de limão
2 colheres de sopa de acúcar
1 pedra de gelo
Modo de preparar:
Coloque no liqüidificador o café. Em seguida o suco de laranja, depois o suco de limão, o açúcar e por último o gelo. Bata e está pronto o café gelado.

Fonte: Site Bahia Rural

TORTA DE CAFÉ

Ingredientes:
- 1 Colher de fermento
- 10 claras de ovos em neve
- 6 colheres de farinha de trigo
- 10 colheres de açúcar
- 1 xícara de café com leite morno
Recheio
- 100g de chocolate em pedaços
- 200g de chocolate meio amargo em pó
- 3 colheres de café em pó solúvel
- 2 potes de creme de leite
- cereja
- canudos wafer
Modo de fazer
Bata todos os ingredientes no liqüidificador, coloque numa assadeira untada e leve ao forno por 15 minutos. Para o recheio, bata o açúcar, a clara em neve, o chocolate, o café e o creme de leite até virar um chantili. Para decorar, use café torrado, canudinhos wafer, cereja e castanha de caju.

Fonte: Site Bahia Rural

Milk shake de café

Aprenda a fazer um milk shake de café
24/5/2010
foto: TV BahiaO milk shake de café é fácil de fazer e leva poucos ingredientes
Ingredientes
  • Quatro bolas de sorvete de creme
  • Um cafezinho espresso
Modo de fazer
  • Leve os ingredientes ao liquidificador
  • Decore a taça com caramelo e acrescente uma porção de chantily por cima
  • Sirva gelado

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Café

Não há como negar: um bom cafezinho é o que há, seja pela manhã, acompanhado de um pão francês quentinho, ou mesmo depois do almoço, para dar aquela sacudida antes de retomar o trabalho. No frio, então, nem se fala! Mais do que sabor, café é, ainda, sinônimo de puro charme. Como não pensar nos famosos cafés parisienses e nos aconchegantes cafés italianos que vemos nos filmes? "Andiamo prendere un café" - vamos tomar um café! - é o convite mais feito e aceito na bela Itália. Ainda assim, mais brasileiro do que o pretinho não há! Lá está ele em todos os momentos do dia, exalando um aroma gostoso e convidativo. Pois é, mas durante muito tempo o nosso cafezinho ficou associado a idéias negativas, como dependência, agitação e azia. O fato, porém, é que a bebida traz muitos benefícios para a saúde. E é uma delícia! Como 24 de maio é o dia dele, Dia Nacional do Café, oferecemos esta matéria, para você ler enquanto saboreia o seu cafezinho....

Até o século XVIII, o café era prescrito como medicamento e vendido em farmácias, mas até chegar lá passou por proibição até do papa e, pasmem... das mulheres, com direito a "Petição das Mulheres contra o Café", lutando contra os maridos que deixassem as amadas de lado por uma xícara da bebida. Foi então que tudo mudou: o papa percebeu que ficava mais alerta e bem disposto para orar sempre que tomava café e passou, então, a recomendá-lo a todos os fiéis.

“O café não é originário do Brasil, mas somos o maior produtor. Uma em cada três xícaras de café que se consome no mundo é do Brasil”

Chega de blá, blá, blá

Tomado na quantidade certa, ao contrário do que reza a lenda, a bebida não faz mal. Faz, aliás, um bem danado! "O que é ruim, assim como tudo na vida, é o excesso", afirma o Dr. Darcy Lima, professor do Instituto de Neurologia da UFRJ e coordenador científico do projeto "Café e Saúde". E completa: "O café sofre um preconceito injusto. Ele é um fruto - e como um fruto pode não ser saudável?", indaga. Mas não correm boatos de que o café, por exemplo, aumenta o colesterol? O doutor esclarece: "Sim, de fato, mas a taxa de aumento é desprezível, de 1% a 2%, não entrando nem nas estatísticas de causa de mortalidade".

Segundo ele, o café é contra-indicado apenas para quem já tem determinados problemas de saúde, como gastrite e hipertensão. "Café não é remédio, mas, para quem é saudável, ajuda a prevenir uma série de doenças, como a depressão, o mal de Alzheimer e o mal de Parkinson. Nenhuma outra bebida faz isso por nós", revela. Ele afirma, ainda, que, segundo estudos científicos, ficou comprovado que os jovens de até 10 anos com o hábito de beber café têm melhor rendimento na escola e menor chance de sofrer com o alcoolismo e obesidade.

As verdades

Além da cafeína, que estimula o sistema nervoso, mantendo a pessoa atenta, ativa e ágil, o café contém, ainda, muitas outras substâncias que são altamente benéficas para o organismo, como minerais, vitaminas, aminoácidos e os celebrities da vez: os poderosos antioxidantes. Não é de se estranhar, portanto, que o café oferece muito mais para a saúde do que se imagina! Graças às substâncias que combatem os radicais livres, é possível retardar o envelhecimento e prevenir doenças como o câncer, diabetes, doenças cardíacas e doenças degenerativas do cérebro. O café ajuda até a emagrecer! "Ele reduz a sensação de fome", explica a nutricionista Anita Sachs. E tem zero caloria!

Para surtir efeito, os especialistas costumam indicar, para os adultos, de duas a quatro xícaras por dia, enquanto que, para as crianças, o consumo deve ser um pouco mais reduzido, mas nunca cortado: três xícaras por dia é uma boa média. Segundo Anita Sachs, o café deve ser misturado ao leite antes de ser servido aos pequenos. "Torna-se ainda mais nutritivo", ensina. Mas é preciso aliar a bebida a outros hábitos saudáveis, como atividades físicas regulares e uma dieta balanceada.

Um estilo de vida

Aqui no Brasil não tem chá das cinco, como na Inglaterra, mas toda vez que queremos agradar a visita, cafeteiras a postos, e logo sai um café fresquinho. Em 2006, segundo a pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), 94% dos entrevistados se declararam consumidores de café. Não é à toa que as cafeterias estão invadindo cada vez mais a terra brasilis, trazendo uma explosão de novos sabores. Os brasileiros, por sua vez, estão ficando cada vez mais seduzidos e imersos no universo encantador da degustação de café.

Nada mais justo! "O café não é originário do Brasil, mas somos o maior produtor. Uma em cada três xícaras de café que se consome no mundo é do Brasil", afirma o barista Emilio Rodrigues, da Abissinia Casa do Barista, no Rio, que ministrará curso, na França, aos candidatos do Campeonato Francês de Baristas. Mas, segundo ele, apenas no final dos anos 90, com o acesso dos brasileiros aos chamados cafés gourmets, de alta qualidade, passamos a entrar em contato com a alta cepa do pretinho.

Preparo e degustação

A escolha do grão é tudo na hora de preparar um bom café. "O ideal é que ele seja moído minutos antes da degustação, quando os óleos ainda estão retidos nos grãos", explica Emilio. O expresso, por exemplo, quando bem feito, oferece o auge de qualidade do café, revelando todos os seus aromas, textura e sabor. Alguns especialistas dizem, ainda, que o expresso é o equilíbrio perfeito entre doce e amargo.

Doce? Pois é, café amargo, que nada! O café de alta qualidade tem açúcar próprio do fruto e não precisa nem ser adoçado! "Nós, brasileiros, temos mania de colocar açúcar em tudo", critica Emilio, "mas todos deveriam experimentar o café de alta qualidade sem açúcar", convida - "é uma questão de condicionamento do paladar". E não engorda!

Mas qual será esse café especial que nem de açúcar precisa? Não é mito nem lenda. Na verdade, existem dois tipos de planta que dão origem ao café: arábica e robusta. A arábica é a mais nobre e preserva os aromas e nuances de sabor. Já a robusta é o de qualidade inferior - e a mais usada. Ela tem mais cafeína, é mais escura e amarga. Por isso, Emilio recomenda a compra do café 100% arábico. "Procure comprar pacotes pequenos, para serem consumidos rapidamente", aconselha. Ele explica que um dos inimigos do café é o oxigênio. "Se ele ficar muito exposto ao ar, vai perdendo seus óleos essenciais e sua qualidade", diz. Portanto, procure o embalado a vácuo e, para armazenar o café depois de aberto, deixe-o na embalagem de loja e guarde-a num pote bem vedado, em local seco e sem luz.

Na hora do preparo, certifique-se de que a água não ferva: ela deve permanecer em torno de 90ºC. Mas lembre-se: xícaras, garrafa térmica, filtro - tudo deve ser pré-aquecido para conservar por mais tempo o sabor do pretinho. Aliás, pretinho não, marrom. "Essa é a cor do café de qualidade", explica Emilio. E se for expresso, preste atenção no creme que se forma na superfície: ele deve ser cor de amêndoa, homogêneo e sem bolhas.

Assim como um bom vinho, o café, além de oferecer muito à saúde, também deve agradar ao espírito. Ao paladar, ele deve transmitir a sensação de equilíbrio entre doçura, amargor, acidez e suavidade. O aroma deve trazer lembranças agradáveis, conforto e deve emocionar. "No nosso cérebro, é o sistema límbico que percebe o cheiro e guarda a lembrança, além de transmitir as emoções", revela Emilio Rodrigues. Se o aroma ativar esse sistema, tem-se a combinação perfeita e voilà o bom café.

Fonte: http://msn.bolsademulher.com/corpo/especial_cafe-8483.html

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Sabor do Café - Dicas de Preparação

Após todo processo produtivo, o café passa pela etapa do preparo para consumo. O preparo correto é fundamental pois é nesta etapa que todo esforço de produzir um café de qualidade culmina. O preparo, que consiste na extração do sabor e aroma do café torrado e moído através de água quente, possui variantes culturais que determinam diferentes processos de preparo, mas deve seguir algumas regras básicas para a obtenção de um bom café.

Tipos de preparo - filtragem, percolação, prensagem ou pressão
Regras fundamentais de uma boa preparação - geral para todos os tipos de preparo
Preparação em coador de pano
Preparação em coador de papel
Preparação de café expresso
Influências da torra e moagem

Fonte: ABIC

Exportações de café do Brasil caem 12% em setembro

SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil exportou 2,39 milhões de sacas de café verde em setembro, ante 2,71 milhões de sacas em igual mês do ano passado, informou nesta terça-feira o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
As exportações do tipo arábica atingiram 2,25 milhões de sacas no mês passado, contra 2,4 milhões em 2008, enquanto as de robusta ficaram em 131,3 mil sacas, ante 315 mil sacas em setembro do ano passado.
Em agosto, o Brasil havia embarcado 2,26 milhões de sacas de café verde.
O Cecafé informou ainda que as exportações de café solúvel caíram para o equivalente a 247,3 mil sacas em setembro, contra 284,3 mil sacas em igual mês de 2008.
No acumulado de janeiro a setembro, as exportações de café verde somam 20,2 milhões de sacas, contra 17,6 milhões de sacas em igual período de 2008.
A receita total no ano, no entanto, caiu 7 por cento para 3,06 bilhões de dólares, informou o Cecafé.
A Alemanha foi o principal destino do café brasileiro no ano, com 4,39 milhões de sacas, seguida pelos EUA, com 4,28 milhões, e pela Itália, com 1,85 milhões de sacas.
(Reportagem de Marcelo Teixeira)
Fonte: REUTERS

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Café pode reverter sintomas do mal de Alzheimer

Beber cinco xícaras de café ao dia pode reverter o sintomas do mal de Alzheimer, sugere uma pesquisa realizada nos Estados Unidos. O estudo, feito em ratos, revelou ainda que a cafeína também pode inibir a produção da proteína beta-amiloide, considerada a causadora da doença.

Os pesquisadores usaram 55 camundongos criados para desenvolver o Alzheimer, com idade entre 18 e 19 meses, cerca de 70 anos da idade humana, e os separaram em dois grupos. Um grupo recebia 500 miligramas de cafeína misturada na água todos os dias e o outro recebia água pura.

Quando os cientistas fizeram testes comportamentais com os animais para ver como eles reagiriam, o grupo que ingeriu cafeína se saiu muito melhor nos testes de memória, habilidade e pensamento, suas performances foi equivalente a de camundongos sadios. Já aqueles que beberam água pura não evoluíram no teste.

O diagnóstico mostrou ainda que nos cérebros dos ratos que tomaram cafeína, a produção de beta-amiloide caiu em cerca de 50%. Os cientistas também criaram outros camundongos para desenvolver o Alzheimer, mas eles tomaram cafeína na idade adulta e não foram afetados com problemas na memória.

O pesquisador Gary Arendash, que liderou o último estudo comemorou o resulado. “Isso mostra que a cafeína pode ser viável para o tratamento de Alzheimer e não simplesmente uma estratégia protetora”, disse.

Apesar dos ótimos resultados da pesquisa, os cientistas afirmam que ainda é cedo demais para concluir que a cafeína de fato colabora para a reversão do Alzheimer e que o próximo passo é repetir o teste em humanos.

Fonte: Veja

sábado, 12 de setembro de 2009

Delícias com café

Depois de dois meses de votações, foram divulgados os vencedores do 1º Concurso de Receitas de Café, promovido pela Abic - Associação Brasileira da Indústria de Café. O cappuccino caseiro, criado por Luciana Santiago de Freitas, a bisteca suína ao molho de café, de Ronny Guedes de Araújo, e o ponche de café e chantilly, feito por Ana Maria Nogueira de Araújo, foram os primeiros colocados nas categorias 'bebidas', 'salgado' e 'doce', respectivamente.

O site do concurso recebeu 31 sugestões de receitas, sendo 14 delas de bebidas, 11 de pratos doces e seis de pratos salgados. Além dos votos de internautas, as ideias passaram pelo crivo de um júri técnico formado pelo chef Jorge Monti, da Abaga - Associação Brasileira de Alta Gastronomia - pelos baristas Bruno Ferreira e Cleia Junqueira, da Equipe de Baristas Cafés do Brasil, e pelas nutricionistas da Abic, Mônica Pinto e Christianne Monteiro.

Os vencedores receberão 20 pacotes do exclusivo café Abic da 5ª Edição dos Melhores Cafés do Brasil - Safra 2008 e exemplares do Jornal do Café, publicação bimestral da entidade, pelo prazo de um ano.

As receitas campeãs foram:

Cappuccino Caseiro
Criado por Luciana Santiago R. de Freitas, 34 anos, de São João de Meriti, RJ.
Bisteca Suína ao Molho de Café
Criada por Ronny Guedes de Araújo, 35 anos, de São Paulo, SP.
Ponche de Café e Chantilly
Criado por Ana Maria Nogueira Araújo, 36 anos, de São Paulo, SP.

Fonte: Reportagem da Revista Globo Rural