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Salvador, Bahia, Brazil
Professora de química que gosta de utilizar as Tecnologias de Informação e Comincação como ferramenta pedagógica.
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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Cientista de 13 anos revoluciona a forma de captar energia solar

A invenção de um menino de 13 anos pode modificar a forma como coletamos energia solar nos dias de hoje. Aidan Dwyer, um rapazinho americano, bolou uma maneira de organizar os painéis solares que garante um melhor aproveitamento da luz e, assim, uma maior produção de energia. Semelhante a uma pequena planta, o invento do menino aumenta a eficiência do mecanismo entre 20% a 50%.
Aidan Dwyer (Foto: Reprodução) 
Aidan Dwyer (Foto: Reprodução)
Instigado pelo mecanismo utilizado pelas árvores para absorver luz solar, Dwyer teve uma ideia que lhe rendeu o prêmio de Jovem Naturalista, concedido pelo Museu Americano de História Natural. A atual maneira de gerar energia através da luz do sol consiste em arranjar os painés solares horizontalmente, ao contrário do sistema bolado pela própria natureza. Após estudar durante algum tempo, o menino decidiu montar em um suporte vertical pequenos painéis, de forma que estes ficassem organizados como folhas em galhos. E funcionou.
Árvore-solar (Foto: Reprodução) 
Árvore-solar (Foto: Reprodução)
Os testes realizados com o experimento mostram que, comparado ao mecanismo original, a árvore-solar de Dwyer é muito mais eficiente. Inclusive em épocas de menor incidência solar, tais como o inverno, a novidade leva a melhor. Além disso, o sistema, justamente por ser vertical, não é "enterrado" pela neve e também é menos prejudicado pela chuva.
O menino, ao explicar o funcionamento do seu modelo, ainda ressaltou outra vantagem: para ambientes urbanos, que carecem de espaço, ele é ideal. Além do que, acrescentou, a semelhança com uma árvore torna tudo ainda mais bacana.
Resta saber se existirão empresas interessadas em replicar a ideia em escala maior. Por enquanto, os modelos do menino têm se saído muitíssimo bem. O mais interessante é que o projeto de Aidan Dwyer não foi feito para uma grande feira internacional, mas sim para a feira de ciências da escola. Aos 13 anos, esse pequeno inventor já conta com diversos entusiastas e alguma notoriedade ao redor do mundo.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2011/08/cientista-de-13-anos-revoluciona-forma-de-captar-energia-solar.html

sábado, 9 de outubro de 2010

Projeto sobre o uso de Podcast na Educação


Produção de Audiovisual: Compartilhando Conhecimento
3ª Atividade da 2ª etapa - Turma PAVNTE01
Projeto sobre o uso de Podcast na Educação
Professoras: Eurivaldina Dantas e Sandra Cedraz
Cursista: Soraia Jesus de Oliveira

O agronegócio Café e o uso do Podcast
Tema: Café.
Público-alvo: 3ª série do ensino médio.
Disciplinas: todas as disciplinas.
Objetivo Geral: Estimular a utilização de novas tecnologias através da produção de um podcast visando à integração de diversas disciplinas.
Duração: uma (01) unidade.
Material necessário: Email, Grupo virtual, Blog, Pendrive, TV pendrive ou Aparelho de som, ipod, celular com mp3 e computador com programa de edição de aúdio e acesso a internet.
Metodologia:
1º.  Formação de grupo com seis componentes.
Cada equipe deverá ser formada de historiador, geógrafo, médico, nutricionista, cientista (físico ou químico) e poeta. Objetivo é que cada aluno pesquisa um sub-tema relacionado a cada disciplina
2º. Escolha dos sub-temas
Cada equipe deverá buscar nos sites sugeridos ou outras fontes o conteúdo a ser desenvolvido no trabalho. Esses sites serão sugeridos por trocas de e-mails em grupos virtual e as escolhas de cada equipe também serão postadas no grupo o qual será socializado por todos.
O tema da pesquisa é café, mas o título do podcast cada equipe irá determinar.
3º. Elaboração e produção de podcast
O programa sugerido para produzir o podcast é o audacity e o aúdio poderá ser gravado no audacity ou em um gravador de áudio (por exemplo, mp3)
4º. Publicação e socialização do podcast
O podcast produzido por equipo deverá ser publicado em um site que hospede e socializado em blog colaborativo por cada equipe.
Licença Creative Commons
O agronegócio Café e o uso do Podcast by Soraia J. Oliveira is licensed under a Creative Commons Atribuição License.
Based on a work at aprenderquimica.blogspot.com.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Videoconferência sobre o uso de tecnologias móveis (celulares) no ambiente escolar

Videoconferência apresenta o projeto Minha Vida Mobile na Bahia

No próximo dia 22/03, será realizada a videoconferência Minha Vida Mobile (MVMobi) – Bahia, um projeto cultural patrocinado pelo Governo da Bahia, através do Fazcultura e da Vivo, com o objetivo formar alunos, professores e diretores de escolas sobre a apropriação das técnicas de produção audiovisual e das novas mídias para produzir conteúdo utilizando aparelhos celulares. O evento acontece às 14 horas no Laboratório de Educação a Distancia do Instituto Anísio Teixeira – LED/ IAT.
O MVMob foi criado em Minas Gerais, por Wagner Merije, e está sendo implantado em 2010 na Bahia. A proposta é trazer o uso do celular como ferramenta cultural e pedagógica de forma a democratizar a produção e o acesso aos conteúdos audiovisuais, tendo os estudantes como protagonistas.
O projeto é composto de oficinas de vídeo, áudio, fotografia, produção de notícias e rede de aprendizagem interativa. Todo o conteúdo produzido será postado num site que servirá como um grande portal de interação entre educadores e estudantes. Esse site estará durante todo o ano aberto a inclusão de novos conteúdos.
 
A ação tem como eixo o uso de tecnologias móveis e seu impacto sobre a produção cultural e a transmissão de conhecimentos. Os objetivos são: promover a convergência da cultura com a tecnologia e a educação, integrar o conceito de mobilidade à transmissão de conhecimentos e incentivar a produção de audiovisual no ambiente escolar.

Fonte: http://www.sec.ba.gov.br/iat/

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Kindle: leitor de livros digitais


Lançado pela Amazon em 2007, o Kindle é o mais bem-sucedido leitor de livros digitais à venda, entre cerca de dez opções existentes. Desde outubro, ele pode ser comprado no Brasil – e aqui, como nos Estados Unidos, baixa títulos por meio de uma rede sem fio. Eis as respostas para as dúvidas mais comuns sobre o aparelho.

É confortável ler no Kindle? 
Sim. Embora a tela seja pequena (12 por 9 centímetros), é possível aumentar e diminuir o tamanho das letras. Ao contrário do que ocorre com um monitor de computador, o aparelho não emite luz – o que cansa menos os olhos. O contraste é bom: uma página do Kindle tem "impressão" semelhante à de um jornal. Virar uma página leva um segundo.
Quantos livros estão disponíveis para download no Brasil?
São 300 000, contra 360 000 nos Estados Unidos. A diferença se deve ao fato de que nem todos os títulos eletrônicos foram liberados para outros mercados que não o americano. A oferta de títulos em português ainda é ínfima: são menos de vinte.
O Kindle baixa livros onde não há rede 3G?
Sim. Mas, nesse caso, o processo é bem mais demorado. Sob a rede 3G, o download não ultrapassa um minuto. Sem ela, esse lapso pode triplicar.
Como saber se existe rede 3G em uma cidade?
Na página do Kindle, no site da Amazon, há um link para consumidores que moram fora dos Estados Unidos. Essa área dá acesso a um mapa com a cobertura de rede 3G no mundo.
O Kindle navega na internet no Brasil? 
Não. Nos Estados Unidos, o aparelho tem um navegador para web, mas sua utilização é experimental. É adequado para acessar sites de textos, como a Wikipédia.
Qual o preço do Kindle? 
O Kindle custa 547 dólares no Brasil. São 259 dólares pelo aparelho e 267 dólares de taxas de importação. Os 21 dólares restantes cobrem o frete. O transporte é feito por um serviço expresso, que se encarrega de desembaraçar o produto na alfândega brasileira. Depois da compra, a entrega é feita em seis dias, em média.
Qual o preço médio dos e-books?
O preço de um best-seller no site da Amazon é 9,99 dólares. O download no Brasil sai 40% mais caro: 13,99 dólares. O valor é maior para cobrir o custo da rede 3G na operação internacional.
Quantos livros o e-reader comporta?
No máximo 1 500. A partir desse limite, títulos novos só podem ser baixados se outros forem excluídos da memória do aparelho. Mas eles podem ficar guardados nos servidores da Amazon.
Fonte: Veja.com (Edição Especial E-reader)

Celulares feitos para Web


Enquanto os smartphones ganham em capacidade
de processamento, surge uma nova categoria de 
aparelhos criada especialmente para navegar na
internet. Eles são os netfones

Uma nova categoria de celulares chega às lojas neste fim de ano. São aparelhos que podem ser definidos como netfones. Eles desempenham na indústria de telefones móveis papel semelhante ao exercido pelos netbooks entre os fabricantes de computadores: foram especialmente moldados para acessar a internet. Os netfones oferecem acesso direto a redes sociais, como o Facebook e o Orkut, e a programas de mensagens instantâneas, como o MSN. Buscam, portanto, um público jovem, sempre conectado. Mas, ao contrário dos smartphones (os computadores de bolso), não usam conexões rápidas com a internet, como os sistemas de terceira geração (3G) ou a banda larga sem fio (wi-fi) – itens que encarecem o produto. Navegam numa rede conhecida como EDGE, uma evolução da segunda geração, e trazem, pré-instalados, aplicativos (os chamados widgets) de vários sites. Quando acessam esses endereços, nunca baixam o conteúdo completo das páginas, fazem somente atualizações mínimas. Os netfones têm capacidade moderada de navegação – o suficiente para a troca de dados nas comunidades on-line. Por isso, são mais baratos: custam em torno de 500 reais, ante, no mínimo, 1 500 reais dos smartphones.
No Brasil, é alta a aposta dos fabricantes nos netfones. A Motorola, por exemplo, iniciou pelo país o lançamento global de um modelo desse tipo no fim de agosto. Trata-se do quadradinho MotoCubo A45, exposto nesta página. Ele permite que fotos tiradas no aparelho sejam diretamente postadas no Orkut, além de dar acesso, com um simples toque, a sites como o Facebook. A iniciativa da empresa foi embalada pela seguinte constatação: "Os brasileiros lideram o acesso a redes sociais e blogs no mundo", cita um documento da companhia. Aqui, oito em cada dez usuários de internet visitam redes sociais e blogs. Na Alemanha, esse número cai para cinco em dez. A LG também lançou no Brasil seu netfone, o Messenger. Outra coreana, a Samsung, tem duas versões do modelo batizado de Scrapy – uma delas com tela sensível ao toque. Em comum, todos os integrantes dessa nova categoria apresentam teclado, para facilitar a digitação de textos em bate-papos nas redes sociais.
Outro front que avança é o dos smartphones, os telefones móveis com recursos avançados. No ano passado, foram vendidos 155 milhões desses aparelhos em todo o mundo. A expectativa é que o volume dobre em quatro anos. A indústria claramente iniciou uma corrida para elevar a velocidade de processamento de dados dos chips, tecnicamente, medida em megahertz (MHz). Essa evolução resultará na navegação na web com maior velocidade, na exibição de vídeos com melhor qualidade, no aprimoramento da reprodução de áudio e em novas possibilidades de edição de documentos. Os aparelhos, em suma, ganharão potência.
A última geração do iPhone, o 3GS, usa um chip de 600 MHz. O modelo anterior alcançava 412 MHz. Quais as vantagens desse acréscimo? O 3GS tem, por exemplo, o dobro da agilidade ao abrir uma página da internet. A Samsung deu um passo mais longo. Lançou, em julho, o Jet, com processador de 800 MHz. Ele pode acessar cinco páginas da web simultaneamente. Mas essa não foi a bandeirada final. A Toshiba vende, no Japão e na Europa, o modelo TG01, com um processador da Qualcomm de 1 GHz, chamado Snapdragon. A velocidade de processamento não é o único fator para aferir a performance de um chip. Ela depende de outras tecnicidades, como a arquitetura, o número de núcleos e a memória do dispositivo. Mas 1 GHz é a mesma potência de um Pentium III, que, até 2003, equipou os computadores pessoais mais potentes do mercado. Detalhe: essa marca está longe de ser o ponto final na corrida dos processadores nos celulares.
Para saber detalhes dos Netfones e Smartphones acesse a página original desse texto no Veja.com Edição especial de Natal em Tecnologia (clique aqui)